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Áreas de atuação profissional
O campo de atuação profissional do graduado em Geografia abrange órgãos
públicos ou privados, instituições de pesquisa e ensino.
Os cursos têm propiciado uma inserção no mercado de trabalho promissora, que
se inicia com as oportunidades da vivência profissional e estágios
oferecidos aos graduandos em Geografia com ênfase tanto no bacharelado,
quanto na licenciatura. Empresas privadas de consultoria, órgãos públicos
(estaduais e municipais) que atuam com meio ambiente e planejamento, além
das escolas de ensino fundamental e médio (privadas e públicas) têm sido os
espaços de maior acolhimento à vivência profissional do graduando em
geografia.
O Licenciado em Geografia
O licenciado em Geografia poderá atuar como professor de Geografia do
ensino fundamental e médio, com campo de ação que envolve além da regência
de classe, atividades como a elaboração de projetos de ensino, a preparação,
o acompanhamento e a avaliação de atividades extra-classe, entre outras.
O Bacharel em Geografia
O Bacharel em Geografia é preparado para atuar como geógrafo pesquisador.
O campo de atuação do geógrafo envolve, entre outras atividades, o
reconhecimento, o levantamento, a análise e o mapeamento de aspectos
sócio-ambientais, tendo em vista diferentes objetivos:
a caracterização do espaço geográfico e o planejamento territorial para o
ordenamento e adequação espacial das intervenções e atividades humanas.
o levantamento e a gestão de recursos naturais, como águas, vegetação, solos
e minerais, dentre outros, buscando-se o planejamento, a exploração racional
e a adequação entre a disponibilidade e a demanda destes recursos.
os estudos de impactos ambientais e elaboração de relatórios ambientais
envolvendo a poluição e a degradação dos recursos naturais.
a gestão de unidades de conservação como parques e reservas biológicas,
visando a proteção de recursos naturais, biomas, ecossistemas e espécies
ameaçadas de extinção, por exemplo.
os estudos espeleológicos como o mapeamento e a gestão de grutas e cavernas;
os estudos de viabilidade de implantação e funcionamento de empreendimentos
como hidrelétricas, minerações e projetos agrícolas, visando o atendimento
da legislação ambiental.
os estudos geomorfológicos e pedológicos visando a reconstituição do passado
das paisagens e o controle e a prevenção da erosão acelerada, do
assoreamento de cursos d’água e de deslizamentos de encosta.
os estudos da distribuição e da dinâmica populacional (estudos
demográficos).
os estudos climatológicos e meteorológicos envolvendo, por exemplo,
previsões do tempo.
os estudos biogeográficos envolvendo, por exemplo, a gestão de ecossistemas
nacionais.
o planejamento urbano e regional, buscando-se alternativas para o
desenvolvimento sustentável das áreas urbanas e das regiões espaciais.
estudos de geografia agrária visando, dentre outros, o planejamento de áreas
agrícolas para a racionalização espacial do uso do solo agrícola.
estudos de geografia política envolvendo a compreensão e a gestão de
conflitos internacionais.
estudos de geografia econômica, envolvendo os processos e fluxos comerciais
e industriais.
estudos de percepção ambiental, envolvendo aspectos cognitivos e
sociológicos do homem em relação ao ambiente.
a aplicação de técnicas cartográficas, técnicas de geoprocessamento e
técnicas de sensoriamento remoto para a espacialização e a gestão adequada
dos territórios.
Os geógrafos são cada vez mais requisitados para trabalhar em organismos
como:
Secretarias e Órgãos Ambientais de Prefeituras Municipais;
Organismos de Gestão Ambiental Estaduais, como a AGÊNCIA AMBIENTAL
Organismos Federais de geração de dados e informações como o Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA);
Organismos de meteorologia e climatologia como o Instituto Nacional de
Pesquisas Espaciais;
Organismos Federais de Gestão Ambiental como Ministérios (Ministério do Meio
Ambiente, Ministério das Cidades, etc.), Secretarias (como a Secretaria
Nacional de Recursos Hídricos), e Agências de Regulação (como a Agência
Nacional de Águas - ANA);
Serviços e empresas de saneamento básico (SANEAGO).
Serviços e empresas de geração de energia elétrica como a CELG;
Empresas de consultoria ambiental;
Unidades de Conservação como parques, Áreas de Proteção Ambiental (APAs),
Reservas Biológicas, Estações Ecológicas, etc.
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